quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Dica do blog
Conheça o http://www.materialenfermagem.blogspot.com/! Importante ferramenta não só para os estudantes de Enfermagem, como também para todas as pessoas interessadas e profissionais da área de saúde, trazendo palestras, apostilas, livros e manuais do Ministério da Saúde.
Conheça as realidades da minha profissão: a Enfermagem.

Texto retirado http://www.papodegordo.com.br/
É culpa da Enfermagem!
[...] Entrevistei alguns enfermeiros que conheço e selecionei algumas experiências minhas e deles para apresentar aos leitores.
Em primeiro lugar, quero deixar bem claro que o título trata-se de uma piada, uma ironia com algo que ocorre muito frequentemente com os pobres enfermeiros; na grande maioria das vezes, de forma injusta. Num hospital, até quando falta água e luz dizem que é culpa da enfermagem. Se um paciente recebe uma medicação e melhora seu estado de saúde, ele diz “muito bom esse remédio que o doutor passou”. Por outro lado, se houver algum efeito indesejável, tipo hipersensibilidade (alergia), o comentário vai ser “a injeção que a enfermeira me aplicou me empolou todo”.
Parte disso ocorre porque os enfermeiros são responsáveis por toda uma equipe de enfermagem com vários técnicos que executam diversas funções como aplicar medicações, cuidar da higiene e do bem estar do paciente, verificar aparelhos e sondas, verificar dados vitais e perdas (urina e fezes) entre outras coisas. Por isso, eles têm mais contato com os usuários, se expõem mais e acabam levando a culpa por quase tudo.
Já o médico, só responde por ele próprio. Ele vê seu paciente uma ou duas vezes no dia e geralmente só faz o exame físico (quando não se precisa de um procedimento mais invasivo e/ou que seja considerado ato médico); o grosso mesmo fica com a enfermagem. Obviamente que estou aqui tratando de uma ambiente hospitalar, no caso de um internamento.
No campo ambulatorial, como nos PSF’s (Postos de Saúde da Família), não é muito diferente: Enquanto o profissional médico fica responsável apenas pelo atendimento clínico e atribuições de educação em saúde (palestras, por exemplo), os enfermeiros fazem a consulta de enfermagem, planejamento familiar, colhem material para o citopatológico cévico-vaginal (preventivo ginecológico), dispensam medicações dos programas de saúde (anti-hipertensivos, hipoglicemiantes, anticoncepcionais, etc.), realizam a maior parte do pré-natal, fiscalizam e orientam os agentes de saúde, respondem pela sala de vacina e pelos curativos realizados pelos técnicos e ainda são os coordenadores da unidade, ou seja, preenchem toda a papelada chata e assumem a responsabilidade de quase tudo. Um colega meu, fazendo uma piada um tanto quanto preconceituosa, costuma dizer que “enfermeiro adora papel, relatório, mapa de vacina, está sempre preenchendo algum tipo de formulário”.
Como em toda profissão, existem os bons e maus enfermeiros. Estes últimos, eu costumo chamar de inferneiros, pois causam um inferno na cabeça do médico. É o tipo de profissional que não se interessa em fazer as coisas bem feitas, delega quase tudo para os técnicos, chega tarde, sai cedo, deixa tudo pela metade, faz as coisas pela sua própria cabeça, não segue protocolos ou diretrizes e muitas vezes prejudica a saúde do assistido. Com a multiplicação do número de escolas de enfermagem e, sejamos sinceros, a omissão dos Conselhos Regionais de Enfermagem (Coren) em relação a isso, o número de inferneiros tem crescido e esses profissionais acabam aceitando trabalhar por qualquer miséria, o que tem degradado muito a imagem e o valor da profissão. Hoje em dia, há enfermeiro ganhando menos de R$ 1.000,00/mês para trabalhar 40 horas semanais e, como o mercado está saturado, o cara tem que se sujeitar a isso ou ficar desempregado.
Imagino que alguns dos leitores estejam estranhando o nome enfermeiro no masculino, é que essa história que só ter mulher na enfermagem está deixando de ser realidade. Aqui em Amargosa, por exemplo, há vários enfermeiros e quase nenhum é homossexual. Aliás, esse rótulo é outra sombra que persegue os enfermeiros. Basta entrar na faculdade pra ser tachado de bicha. Nada contra os gays, mas ninguém gosta de ser chamado do que não é.
Um amigo meu, ainda no tempo de estudante de enfermagem, pegou um caderno de uma colega para copiar alguns assuntos e no caminho para a biblioteca encontrou outra colega, que ele achava gatíssima, e a menina estava dando o maior mole pra ele; só que, quando a conversa foi ficando interessante, ela deu uma olhada para o caderno de florzinha com um coração de plástico cor de rosa cheio de glitter, preso na espiral (também rosa) do caderno por uma correntinha e imediatamente pensou “esse Sprite é Fanta”. Pediu licença e foi embora. O coitado ficou desolado com o ocorrido, mas isso ainda acontece muito. Numa cantada, dizer que é enfermeiro já dificulta um pouco a conquista, é melhor guardar para a manhã seguinte depois de já ter rolado tudo. E não se assuste se a garota disser espantada: “Você é enfermeiro? Não parece!”
A verdade é que a enfermagem é uma profissão muito bonita e hoje os enfermeiros estão cada vez mais atuantes e expandindo seu leque de ações, formam grupos de apoio ao aleitamento materno, assistência pré-natal e puerperal, ambulatórios de feridas, saúde do trabalhador entre muitas outras funções. Ainda assim, os que praticam a arte do cuidar, chegando ao leito de cada paciente acalentando, orientando, deixando o internamento menos desagradável, nem sempre recebem o crédito devido. Fica então aqui essa singela homenagem do Dr. Tapioca aos discípulos de Florence Nightingale.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Quais desses programas você já viu na prática em sua cidade?
O programa de prevenção e controle do tabagismo
Sob a ótica da Promoção da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer, órgão do Ministério da Saúde responsável pela Política Nacional de Controle do Câncer, coordena as ações nacionais do Programa de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco de Câncer, desenvolvidas em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, entre outros setores sociais. O programa está embasado em ações educativas, legislativas e econômicas.
As ações educativas são essenciais para esse processo e devem anteceder e acompanhar qualquer ação para prevenção do câncer. Essas ações podem ser pontuais como as campanhas de conscientização, e a divulgação de informações pela mídia. As ações educativas continuadas são essenciais para transformar as informações disseminadas, em mudanças de atitudes e de comportamento favoráveis a uma vida mais saudável.
As ações legislativas e econômicas representam as mediações sociais potencializadoras das ações educativas. Cabe aos diferentes setores da sociedade alertar, cobrar, estimular e pressionar as esferas responsáveis pela legislação. O objetivo é o de criar leis que resultem em mudanças políticas, ambientais e econômicas para reforçar as mudanças de comportamento necessárias à redução da incidência e mortalidade do câncer e de outras doenças relacionadas ao tabagismo e outros fatores de risco.
Sob a ótica da Promoção da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer, órgão do Ministério da Saúde responsável pela Política Nacional de Controle do Câncer, coordena as ações nacionais do Programa de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco de Câncer, desenvolvidas em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, entre outros setores sociais. O programa está embasado em ações educativas, legislativas e econômicas.
As ações educativas são essenciais para esse processo e devem anteceder e acompanhar qualquer ação para prevenção do câncer. Essas ações podem ser pontuais como as campanhas de conscientização, e a divulgação de informações pela mídia. As ações educativas continuadas são essenciais para transformar as informações disseminadas, em mudanças de atitudes e de comportamento favoráveis a uma vida mais saudável.
As ações legislativas e econômicas representam as mediações sociais potencializadoras das ações educativas. Cabe aos diferentes setores da sociedade alertar, cobrar, estimular e pressionar as esferas responsáveis pela legislação. O objetivo é o de criar leis que resultem em mudanças políticas, ambientais e econômicas para reforçar as mudanças de comportamento necessárias à redução da incidência e mortalidade do câncer e de outras doenças relacionadas ao tabagismo e outros fatores de risco.
Estratégias de Intervenção para Redução da Carga das DCNT
Nesse contexto, destacam-se leis que visam informar aos cidadãos sobre os riscos do tabagismo, protegê-los da exposição à poluição tabagística ambiental e da indução ao consumo pela publicidade. Além disso, são necessárias medidas importantes para dificultar o acesso dos jovens a produtos derivados do tabaco envolvendo, as que resultem em aumento de preços desses produtos, controlem as formas de venda dos mesmos, e, principalmente, a sua venda no mercado ilegal. O Programa Nacional de Controle do Tabagismo sistematiza quatro grandes grupos de estratégias: o primeiro, voltado para a prevenção da iniciação do tabagismo, tendo como público alvo, crianças e adolescentes; o segundo, envolvendo ações para estimular os fumantes a deixarem de fumar; e um terceiro grupo onde se inserem medidas que visam proteger a saúde dos não fumantes da exposição à fumaça do tabaco em ambientes fechados; e, por fim, medidas que regulam os produtos de tabaco e sua comercialização.
Nesse contexto, destacam-se leis que visam informar aos cidadãos sobre os riscos do tabagismo, protegê-los da exposição à poluição tabagística ambiental e da indução ao consumo pela publicidade. Além disso, são necessárias medidas importantes para dificultar o acesso dos jovens a produtos derivados do tabaco envolvendo, as que resultem em aumento de preços desses produtos, controlem as formas de venda dos mesmos, e, principalmente, a sua venda no mercado ilegal. O Programa Nacional de Controle do Tabagismo sistematiza quatro grandes grupos de estratégias: o primeiro, voltado para a prevenção da iniciação do tabagismo, tendo como público alvo, crianças e adolescentes; o segundo, envolvendo ações para estimular os fumantes a deixarem de fumar; e um terceiro grupo onde se inserem medidas que visam proteger a saúde dos não fumantes da exposição à fumaça do tabaco em ambientes fechados; e, por fim, medidas que regulam os produtos de tabaco e sua comercialização.
Com esses objetivos, o Programa foi delineado visando sistematizar ações educativas e mobilizar ações legislativas e econômicas, de forma a criar um contexto que:
• reduza a aceitação social do tabagismo;
• reduza os estímulos para que os jovens comecem a fumar e os que dificultam os fumantes a deixarem de fumar;
• proteja a população dos riscos da exposição à poluição tabagística ambiental;
• reduza o acesso aos derivados do tabaco;
• aumente o acesso dos fumantes ao apoio para cessação de fumar;
• controle e monitore todos os aspectos relacionados aos produtos de tabaco comercializados, desde seus conteúdos e emissões até as estratégias de comercialização e de divulgação de suas características para o consumidor.
Além disso, para atingir todo o País, o Programa buscou criar uma base geopolítica para que essas ações pudessem acontecer de modo eqüitativo em todo o território nacional. Atualmente, o Programa conta com uma rede de parcerias governamental e não governamental em âmbito nacional.
O programa "Ambientes de Trabalho Livres do tabaco", idealizado pelo INCA está sendo implementado em conjunto com os parceiros institucionais do Ministério da Saúde (Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA e Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS), envolve um conjunto de ações educativas, normativas e organizacionais que visam estimular mudanças na cultura organizacional que levem à redução do tabagismo entre trabalhadores de indústrias e empresas. Dentre suas atividades estão incluídas a disseminação contínua de informações sobre os riscos do tabagismo e, sobretudo, do tabagismo passivo, a implementação de normas para restringir o fumo nas dependências dos ambientes de trabalho, a sinalização relativa às restrições ao consumo nas dependências e a capacitação de profissionais de saúde ocupacional para apoiar a cessação de fumar de funcionários. No Dia Nacional de Combate ao Fumo (29 de agosto) em 2005, houve o lançamento de Campanha Nacional para promover ambientes livres de tabaco.
Essas ações visam fortalecer o cumprimento da lei 9294/96 que proíbe o fumo em ambientes fechados. Serão desenvolvidas ações de sensibilização e mobilização da população, capacitação de agentes de fiscalização e intensificação das ações de fiscalização, em todas as capitais do país, financiados com recursos da SVS, repassados por meio do teto financeiro da Vigilância aos estados para ações educativas e capacitação.
O Programa Saber Saúde prevê a inserção no currículo escolar de estratégias para promoção de estilos de vida saudável, incluindo o tabagismo. Visando reforçar o fumar como um comportamento socialmente não aceito, o programa atua junto a professores, alunos e funcionários das escolas. Por intermédio destes, o tema tabagismo é inserido na rotina escolar, onde seus diferentes ângulos (saúde, ecologia, cidadania, histórico, econômico) são abordados em diferentes momentos e nas diversas matérias do currículo escolar. Um dos principais enfoques desse programa é estimular nas crianças e adolescentes uma consciência crítica em relação às manipulações publicitárias que promovem estilos de vida nocivos, entre eles o tabagismo. Nesse universo de ações desenvolvidas na escola, está incluído o Módulo Escolas Livres do Cigarro. Esse módulo envolve um conjunto de ações educativas, normativas e organizacionais que visam estimular mudanças de comportamento relacionadas ao Tabagismo entre professores, alunos e na comunidade que interage com a escola. O programa está em processo de revisão, integrado à PNPS.
O Programa Cessação de Fumar envolve ações sistemáticas e específicas, visando aumentar o acesso do fumante aos métodos eficazes para cessação de fumar, e assim atender a uma crescente demanda de fumantes que buscam algum tipo de apoio para esse fim. Esse programa envolve diversas ações:
• Divulgação de métodos eficazes para a cessação de fumar (campanhas, mídia, serviço gratuito de telefonia; internet)
• Capacitação de profissionais de saúde para apoio a cessação de fumar: Módulo Ajudando seu Paciente a Deixar de Fumar (Abordagem Mínima – carga horária de 4 horas; Abordagem Intensiva ou Formal – carga horária de 20 horas)
• Inserção do atendimento para cessação de fumar na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) – Portaria 1575/2002 do Ministério da Saúde
• Implantação de ambulatórios para tratamento do fumante na rede SUS, inclusive com fornecimento de medicamentos.
• Articulação com outros Programas como o Programa de Saúde da Família (PSF) e Agentes Comunitários de Saúde.
Em minha cidade está sendo realizada, ainda que em poucos lugares, a proibição do ato de fumar em lugares públicos fechados. Quanto ao programa Saber Saúde que trata da prevenção do tabagismo utilizando como meio de divulgação as salas de aula, nunca ouvi falar que exista em Campos. Em meios de comunicação, vejo comerciais que ajudam os fumantes a deixarem de fumar, mas ainda faltam muitos objetivos a serem cumpridos. Uma boa alternativa seria a reimplementação do Programa de Saúde da Família em Campos, não só como auxílio na prevenção de doenças crônicas degenerativas não transmissíveis, como também as transmissíveis.
• reduza a aceitação social do tabagismo;
• reduza os estímulos para que os jovens comecem a fumar e os que dificultam os fumantes a deixarem de fumar;
• proteja a população dos riscos da exposição à poluição tabagística ambiental;
• reduza o acesso aos derivados do tabaco;
• aumente o acesso dos fumantes ao apoio para cessação de fumar;
• controle e monitore todos os aspectos relacionados aos produtos de tabaco comercializados, desde seus conteúdos e emissões até as estratégias de comercialização e de divulgação de suas características para o consumidor.
Além disso, para atingir todo o País, o Programa buscou criar uma base geopolítica para que essas ações pudessem acontecer de modo eqüitativo em todo o território nacional. Atualmente, o Programa conta com uma rede de parcerias governamental e não governamental em âmbito nacional.
O programa "Ambientes de Trabalho Livres do tabaco", idealizado pelo INCA está sendo implementado em conjunto com os parceiros institucionais do Ministério da Saúde (Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA e Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS), envolve um conjunto de ações educativas, normativas e organizacionais que visam estimular mudanças na cultura organizacional que levem à redução do tabagismo entre trabalhadores de indústrias e empresas. Dentre suas atividades estão incluídas a disseminação contínua de informações sobre os riscos do tabagismo e, sobretudo, do tabagismo passivo, a implementação de normas para restringir o fumo nas dependências dos ambientes de trabalho, a sinalização relativa às restrições ao consumo nas dependências e a capacitação de profissionais de saúde ocupacional para apoiar a cessação de fumar de funcionários. No Dia Nacional de Combate ao Fumo (29 de agosto) em 2005, houve o lançamento de Campanha Nacional para promover ambientes livres de tabaco.
Essas ações visam fortalecer o cumprimento da lei 9294/96 que proíbe o fumo em ambientes fechados. Serão desenvolvidas ações de sensibilização e mobilização da população, capacitação de agentes de fiscalização e intensificação das ações de fiscalização, em todas as capitais do país, financiados com recursos da SVS, repassados por meio do teto financeiro da Vigilância aos estados para ações educativas e capacitação.
O Programa Saber Saúde prevê a inserção no currículo escolar de estratégias para promoção de estilos de vida saudável, incluindo o tabagismo. Visando reforçar o fumar como um comportamento socialmente não aceito, o programa atua junto a professores, alunos e funcionários das escolas. Por intermédio destes, o tema tabagismo é inserido na rotina escolar, onde seus diferentes ângulos (saúde, ecologia, cidadania, histórico, econômico) são abordados em diferentes momentos e nas diversas matérias do currículo escolar. Um dos principais enfoques desse programa é estimular nas crianças e adolescentes uma consciência crítica em relação às manipulações publicitárias que promovem estilos de vida nocivos, entre eles o tabagismo. Nesse universo de ações desenvolvidas na escola, está incluído o Módulo Escolas Livres do Cigarro. Esse módulo envolve um conjunto de ações educativas, normativas e organizacionais que visam estimular mudanças de comportamento relacionadas ao Tabagismo entre professores, alunos e na comunidade que interage com a escola. O programa está em processo de revisão, integrado à PNPS.
O Programa Cessação de Fumar envolve ações sistemáticas e específicas, visando aumentar o acesso do fumante aos métodos eficazes para cessação de fumar, e assim atender a uma crescente demanda de fumantes que buscam algum tipo de apoio para esse fim. Esse programa envolve diversas ações:
• Divulgação de métodos eficazes para a cessação de fumar (campanhas, mídia, serviço gratuito de telefonia; internet)
• Capacitação de profissionais de saúde para apoio a cessação de fumar: Módulo Ajudando seu Paciente a Deixar de Fumar (Abordagem Mínima – carga horária de 4 horas; Abordagem Intensiva ou Formal – carga horária de 20 horas)
• Inserção do atendimento para cessação de fumar na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) – Portaria 1575/2002 do Ministério da Saúde
• Implantação de ambulatórios para tratamento do fumante na rede SUS, inclusive com fornecimento de medicamentos.
• Articulação com outros Programas como o Programa de Saúde da Família (PSF) e Agentes Comunitários de Saúde.
Em minha cidade está sendo realizada, ainda que em poucos lugares, a proibição do ato de fumar em lugares públicos fechados. Quanto ao programa Saber Saúde que trata da prevenção do tabagismo utilizando como meio de divulgação as salas de aula, nunca ouvi falar que exista em Campos. Em meios de comunicação, vejo comerciais que ajudam os fumantes a deixarem de fumar, mas ainda faltam muitos objetivos a serem cumpridos. Uma boa alternativa seria a reimplementação do Programa de Saúde da Família em Campos, não só como auxílio na prevenção de doenças crônicas degenerativas não transmissíveis, como também as transmissíveis.
Acredito que essas estapas não sejam colocadas em prática pois o cigarro é bastante lucrativo. O que nossos representantes precisam entender é que aumenta cada dia mais a mortalidade por Câncer seja de Pulmão, Esôfago ou Boca, em nosso país. Nossos hospitais, com a baixa tecnologia e reduzido número de profissionais de saúde qualificados, não estão preparados para o aumento dos idosos e dessa quantidade imensa de pacientes vítimas de complicaçãos das doenças crônico degenerativas, por isso é extremamente necessário que essas medidas sejam colocadas em prática agora, visto que daqui a 10 ou 20 anos será muito difícil lidar com a proporção da situação que estará instalada em nosso país.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
E quem perde somos nós...
Saúde corta verba para medicamentos, dizem Estados
Documento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) afirma que o orçamento federal para a compra de medicamentos em 2010 é menor do que o deste ano. O valor de R$ 3,3 bilhões representa uma redução 4%, ou R$ 140,7 milhões, e deverá afetar até mesmo o abastecimento de medicamentos especiais, como os usados para o combate de doenças como o câncer e a hepatite, por exemplo, diz o órgão. Além disso, não condiz com a promessa de ampliação do uso e do número de medicamentos disponibilizados pela rede pública, anunciada na quarta-feira pelo governo federal.
"Toda a conformação do orçamento está na contramão do discurso do Ministério da Saúde", critica a presidente do conselho, Beatriz Dobashi, secretária da Saúde do Mato Grosso do Sul. "Não há como atualizar protocolos de tratamento e incorporar novas tecnologias. Sem recursos adicionais, haverá um colapso do sistema."
No total, o Conass cobra um acréscimo de R$ 8 bilhões aos R$ 31 bilhões que o governo pretende destinar a medicamentos especiais e básicos, ao financiamento de procedimentos de média e alta complexidade, como cirurgias cardiológicas, e à atenção básica, que engloba o atendimento em postos de saúde.
O documento do Conass destaca que os valores ofertados para média e alta complexidade, por exemplo, podem "trazer significativas dificuldades para a oferta e a ampliação de atendimentos". No caso dos medicamentos, segundo os secretários, "o valor é insuficiente para fazer frente ao crescimento da demanda". Segundo o Conass, o valor de R$ 2,4 bilhões para os remédios especiais representa 3,4% de redução em relação ao Orçamento 2009.
Defesa
O Ministério da Saúde informou que ainda está analisando o documento, recém-divulgado pelo Conass. Procurado, o Ministério do Planejamento, responsável pela proposta final do Orçamento, destacou que o orçamento da Saúde está atrelado à variação do Produto Interno Bruto (PIB), afetada neste ano pela crise econômica que estourou em 2008. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=22793977
Documento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) afirma que o orçamento federal para a compra de medicamentos em 2010 é menor do que o deste ano. O valor de R$ 3,3 bilhões representa uma redução 4%, ou R$ 140,7 milhões, e deverá afetar até mesmo o abastecimento de medicamentos especiais, como os usados para o combate de doenças como o câncer e a hepatite, por exemplo, diz o órgão. Além disso, não condiz com a promessa de ampliação do uso e do número de medicamentos disponibilizados pela rede pública, anunciada na quarta-feira pelo governo federal.
"Toda a conformação do orçamento está na contramão do discurso do Ministério da Saúde", critica a presidente do conselho, Beatriz Dobashi, secretária da Saúde do Mato Grosso do Sul. "Não há como atualizar protocolos de tratamento e incorporar novas tecnologias. Sem recursos adicionais, haverá um colapso do sistema."
No total, o Conass cobra um acréscimo de R$ 8 bilhões aos R$ 31 bilhões que o governo pretende destinar a medicamentos especiais e básicos, ao financiamento de procedimentos de média e alta complexidade, como cirurgias cardiológicas, e à atenção básica, que engloba o atendimento em postos de saúde.
O documento do Conass destaca que os valores ofertados para média e alta complexidade, por exemplo, podem "trazer significativas dificuldades para a oferta e a ampliação de atendimentos". No caso dos medicamentos, segundo os secretários, "o valor é insuficiente para fazer frente ao crescimento da demanda". Segundo o Conass, o valor de R$ 2,4 bilhões para os remédios especiais representa 3,4% de redução em relação ao Orçamento 2009.
Defesa
O Ministério da Saúde informou que ainda está analisando o documento, recém-divulgado pelo Conass. Procurado, o Ministério do Planejamento, responsável pela proposta final do Orçamento, destacou que o orçamento da Saúde está atrelado à variação do Produto Interno Bruto (PIB), afetada neste ano pela crise econômica que estourou em 2008. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=22793977
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Notícia razoavelmente boa...
Expectativa de vida do brasileiro chega aos 72 anos
Os brasileiros estão vivendo mais. É o que revela a pesquisa anual do IBGE sobre mortalidade e expectativa de vida.
Em uma década, de 1998 a 2008, a esperança de vida ao nascer passou de 69 para 72 anos.
Aumento tanto para homens, que vivem em média 69 anos, quanto para as mulheres, que em média chegam aos 76 anos.
Mas o número ainda é considerado baixo, segundo o IBGE.
A expectativa em países como Japão, França, Suíça e Islândia passam dos 81 anos. Meta que o Brasil só deve ultrapassar em 2040.
Já a mortalidade infantil caiu 30% de 1998 a 2008. Mas o número de 23 óbitos para cada mil nascimentos ainda é grande se comparado com os vizinhos Argentina (13,4), Uruguai (13,1) e Chile (7,2).
Fonte: www.jornalfloripa.com.br
Os brasileiros estão vivendo mais. É o que revela a pesquisa anual do IBGE sobre mortalidade e expectativa de vida.
Em uma década, de 1998 a 2008, a esperança de vida ao nascer passou de 69 para 72 anos.
Aumento tanto para homens, que vivem em média 69 anos, quanto para as mulheres, que em média chegam aos 76 anos.
Mas o número ainda é considerado baixo, segundo o IBGE.
A expectativa em países como Japão, França, Suíça e Islândia passam dos 81 anos. Meta que o Brasil só deve ultrapassar em 2040.
Já a mortalidade infantil caiu 30% de 1998 a 2008. Mas o número de 23 óbitos para cada mil nascimentos ainda é grande se comparado com os vizinhos Argentina (13,4), Uruguai (13,1) e Chile (7,2).
Fonte: www.jornalfloripa.com.br
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